Carros alegóricos, fantasias, mulheres nuas, samba, bateria. Bailes e camisinha. Trio elétrico e blocos. As definições para o carnaval do Brasil são inúmeras, mas sempre acabam na mesma: é a maior festa popular brasileira. Brasileira? Nem tanto.
O Carnaval tem suas raízes antes do nascimento de Cristo, por volta do século IV a.C.. Embora não seja comprovado, muitos historiadores vêem o carnaval como uma celebração, inicialmente, egípcia. Era uma festa marcada por danças e cânticos ao redor de uma fogueira, onde se comemorava ou se pedia pela colheita agrícola. Com o passar do tempo, máscaras, adereços e orgias foram incorporadas à celebração. Em seu livro Carnaval, Hiram Araújo explica que a organização da sociedade em classes e hierarquias acentuou a libertinagem nas festas, como uma “válvula de escape”, um “culto ao corpo” sem culpa.
Entre as festas pagãs consideradas por alguns autores como o modelo etimológico do carnaval, está o culto a Dioniso, na Grécia e em Roma.
O mito Dioniso
Representado ora como o deus da cultura e do vinho, ora pelo bode ou ainda pela figueira, o deus da transformação era uma ameaça à Polis aristocrática do Olimpo, a habitação dos deuses. Por causa disso, foi expulso. Na Grécia, todos os anos, ela era saudado no início da primavera com uma festa que reunia danças, bebedeira, algazarra, sexo e violência.
Com a oficialização do culto a Dioniso (quatro por ano – um para cada estação), por volta do ano 600 a.C., camponeses e lavradores transportavam a imagem do deus em embarcações com rodas, com homens e mulheres nus em seu interior, numa procissão pelas ruas de Atenas onde a multidão que seguia o cortejo ia de máscaras, fazendo festa. A procissão terminava no templo, onde se consumava a hierogamia: o casamento do deus com a Polis inteira em busca de fecundação. Seguiam-se aí orgias e o sacrifício de um touro.
A Igreja e o carnaval
Depois de séculos onde as festas populares orgiásticas faziam parte das pautas de discussões da Igreja, em 590 d.C. o papa Gregório I incluiu o Carnaval no calendário eclesiástico. A Igreja passou então a tolerar a festa, e em alguns casos, a estimulá-la, mas de acordo com seus preceitos religiosos. O Carnaval era organizado com jogos, brincadeiras e corrida de cavalos e anões. Logo, cresceu e ganhou simpatia na Itália, França e Alemanha.
Em 1545, no Concílio de Trento, o Carnaval foi reconhecido como uma manifestação popular de rua importante, e em 1582, suas datas foram estabelecidas em definitivo. A festa, até hoje, obedece à regras que determinam a Páscoa dos católicos; o domingo de carnaval é sempre no 7o domingo antes do domingo de Páscoa.
Não coincidentemente, o carnaval é a porta de entrada da quaresma, o tempo de privação para os seguidores do catolicismo. Para alguns historiadores, o significado oposto das duas celebrações é que se atraem: enquanto uma (a quaresma) pregava abstinência de carne, sexo e diversão, a outra (o carnaval), permitia o desfrute exacerbado de tudo isso.
Hiram Araújo vê essa atitude clerical com o objetivo de “cristianizar” a festa, como a Igreja já vinha fazendo com outras manifestações pagãs. Estabeleceu, por exemplo, o dia 25 de dezembro como sendo o dia da comemoração do nascimento de Jesus, e essa era a época das festas greco-romanas.
Rei Momo
Personagem da mitologia greco-romana, Momo era o deus da irreverência, da bagunça e da alegria. Também expulso de Olimpo, era homenageado na Roma antiga durante os cultos a Saturno. Na celebração, o mais belo soldado era coroado como o rei Momo, que depois de uma noite reinando com festa, bebida e comida à vontade, era sacrificado no altar de Saturno.
No Brasil, o Rei Momo surgiu no carnaval carioca, em 1933, quando um boneco de papelão foi incorporado ao desfile como sendo o rei do Carnaval carioca. No mesmo ano, a idéia saiu do papel e um jornalista gordo foi às ruas vestido de monarca.
A palavra
A origem da palavra carnaval não tem uma única definição. Alguns pesquisadores defendem que surgiu nas mesmas festas a Dioniso, já que os carros que faziam a abertura da procissão eram os Carrum Navalis (carros navais). Outros acreditam que possa ter nascido quando a festa passou a ser realizada antes da quaresma, a partir de dialetos italianos que significavam “tirar a carne”.
Para pensar
Desde os primórdios, o Carnaval é uma festa dedicada única e exclusivamente aos prazeres carnais. Então, aos que se dizem cristãos, valem as palavras do apóstolo Paulo:
“…Os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Ora, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai!” (Romanos 8:6-15).
De quer lado você está?








Tito 3:8-10
8 Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
9 Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.
10 Ao homem hereje, depois de uma e outra admoestação, evita-o,
Nenhum Beijo R E F
Sua argumentação é fajuta,Eli.Conheço pastores que admitem essa verdade.
Sentiu NA PELE as vontadas carnais: sentiu dor, fome, sede. Divertiu-se em ceias com famílias e amigos. Tomou vinho, comeu frutas, peixes, carnes. Participou dos festejos populares do seu povo. Ele veio nos ensinar a alcançar a plenitude através da elevação do espírito. O que há de errado, são justamente pessoas que deturpam a festa, drogando-se, cometendo delitos e abusos. Não há pecado nem crime em divertir-se, mas sim no abuso, no desrespeito.As sagradas escrituras não podem ser interpretadas ao pé da letra, pois poderão tarnar-se armas perigosas em mãos de fanáticas que distorcem os grandes ensinamentos em absurdos que acabam por inibir manifestações culturais, muitas vezes riquissimas, e transformam o dito “cristão” em um alienado, obedecendo cegamente as vontades de padres e pastores, que deveriam, na verdade, primar pela evolução do indivíduo e da boa convivência dos povos, ao invés de brigarem uns com os outros em disputas ridículas.
Quanto a sermos fanáticos, quero ser até o meu arrebatamento, não quero que a “cultura” tome lugar a Palavra de DEUS que é lâmpada para meus pés e luz para meus caminhos.
para trabalho .
surgiu no Século XI da Era Cristã, dentro do próprio cristianismo.
era apenas na terça-feira (um dia antes do inicio da Quaresma)
Onde a Igreja Catolica Celebra os 40 dias de Jejum e Penitencia de Jesus no Deserto.
Onde os Cristão fazem um momento de reflexão sobre a sua vida carnal, interiorizando-se , e provando seus proprios limites.a Igreja Catolica com seus tempos Liturgico sempre nos anima a viver em santidade.
É tempo de dar adeus a Carne (Carnevalle)valle do latin = Adeus ou seja, um abandono total das coisas vãs, da vida carnal e viver no Espirito. Principalmente nos afastar dessas discussões infundadas entre Cristãos.
Aproveitem esse tempo e meditem sobre os tres pilares de conversão:
1ºEsmola(Amor para com os outros)
2ºJejum(superação das nossas fraquezas carnais)
3ºOração (Ligação intima e profunda com Deus).
Devemos também nos lembrar de Jesus Cristo no deserto :
Lucas 4:1-13
1ºNem só de pão vive o homem mas de toda Palavra de Deus
2ºAdorarás o Senhor teu Deus , e a Ele só servirás
3ºNão tentará o Senhor Teu Deus
Muitos de nós vivemos uma vida agitada correndo atras do pão de cada dia e servindo ao capitalismo ,ao materialismo achando que “TER é SER” e nos afundamos em superfulos em vaidades em carros novos,roupas novas e tendencias e no final das contas colamos o Senhor Deus em prova dizendo Senhor me Abençõe com bens e saude e dinheiro e… nos esquecemos que somos pó e do pó voltaremos, esse tempo é para nos lembrar que tudo neste mundo passa e nos viremos para a nossa vida espiritual e demos adeus a carne(ou seja , aos desejos carnais.)
A festa os desfiles foram inventados pelo povo que ainda não estão evangelizados.e quem participa dessas festas participam o ano inteiro pois o seu coração esta cheio de perturbações.IrmÃOs vamos nos unir para ajudar esse povo a conhecer Jesus e se libertar, lembra do 1º pilar de conversão?? ESMOLA NÃO É DAR DINHEIRO E SIM DAR AMOR
Paz de Cristo
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religião no lugar de Deus.Religião não vai levar ningúem a lugar algum e sim Jesus.Ele disse eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vem ao pai se não for por mim.Católico ou evangélico se você obedece essa palavra,ha um lugar pra você onde olhos não virão ouvido não ouviu e coração nenhum imaginou.Não da pra servir a Deus e ao Diabo.Não podemos forçar ninguém a aceitar a palvra de Deus ela mesmo diz: nem por força nem por violência mas pelo Espírito-Santo de Deus.
O melhor que temos a fazer é conhecer a verdade pois só ela nos libertará.A verdade é Jesus, é a sua palavra.
mas é muito massa…
bjs
só pq ta namorano kkkk
aposto que ja acabou kkk
Gostei muito desta matéria foi muito esclarecedora e que sirva de exemplo para todos!!!
Porém detesto o carnaval, e gostei da informação!
Abraços!
essa materia me ensinou muita coisa me ajudou ate a fazer um trabalho. bjoss
entre em meu site………………………………………………………………….