
Pastor Robson Marcelo da Silva, presidente da Associação dos Evangélicos Piauienses, entrou com ação civil pública com mais 16 entidades religiosas para pedir a retirada de imagens de santos das repartições públicas federais, estaduais e municipais. Tudo isso é pra que se cumpra o art. 19, I da Constituição Federal:
O artigo 19, I, veda aos Estados, Municípios, à União e ao Distrito Federal o estabelecimento de cultos religiosos ou igrejas, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.
Hoje, 30 de Junho de 2009, terça-feira, às 9h, houve audiência pública convocada pelo Ministério Público Estadual para discutir o assunto.
Na audiência foi reiterado o pedido de retirada dos símbolos religiosos , e também a devolução, pelo gestor, de recursos públicos gastos com construção de capelas, oratórios e assemelhados.
Vários orgãos públicos possuem santos e capelas no estado do Piauí, tais como Secretaria da Educação, SASC, Tribunal de Justiça.
A advogada da Igreja Católica Adriana Ferro, (instituição “mais prejudicada” segundo jornal do estado), não gostou da decisão e disse que, “o Estado Laico permite o culto às imagens, não quer dizer que o país tenha que ser ateu”. Heim?
Parabéns a Associação dos Evangélicos Piauienses, e ao Pastor Robson pela iniciativa, a lei deve ser cumprida e principalmente, no Piauí onde algumas instituições religiosas são explicitamente privilegiadas e dominantes.
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Sr.Pastor com certeza o seu lugar à direita do Pai tá garantida assim com a seus Asseclas.
Aí realmente é uma inicitiva de cidadão de CRISTÃO.
MISERICÓRDIA!!!!!!!
Da Redação
DivulgaçãoDr. William Douglas, evangélico: ”Quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo”.”Embora cristão, as doutrinas católicas diferem em muitos pontos do que eu creio, mas se foram católicos que começaram este país, me parece mais que razoável respeitar que a influência de sua fé esteja cristalizada no país.”
Este é um trecho do artigo do juiz titular da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), William Douglas, publicado nesta semana, no site Consultor Jurídico [íntegra aqui]. O magistrado, que se denomina evangélico, critica a ação do Ministério Público Federal que pede a retirada de símbolos religiosos nos locais públicos federais de São Paulo.
.: Presidente do STF critica ação para retirada de símbolos religiosos
“Querer extrair tais símbolos não só afronta o direito dos católicos conviverem com o legado histórico que concederam a todos, como também a história de meu próprio país e, portanto, também minha. Em certo sentido, querer sustentar que o Estado é laico para retirar os santos e Cristos crucificados não deixaria de ser uma modalidade de oportunismo”.
Para o juiz William Douglas, muitos que são contrários à permanência dos símbolos religiosos em repartições públicas, na verdade professam uma nova religião, a “não religião”.
“Todos se recordam do lamentável episódio em que um religioso mal formado chutou uma imagem de Nossa Senhora na televisão. Se é errado chutar a imagem da santa, não é menos agressivo querer retirar todos os símbolos. Não chutar a santa, mas valer-se do Estado para torná-la uma refugiada, uma proscrita, parece-me talvez até pior, pois tal viés ataca todos os símbolos de todas as religiões, menos uma. Sim, uma: a ‘não religião’, e é aqui que reside meu principal argumento contra a moda de se atacar a presença de símbolos religiosos em locais públicos”.
O magistrado aponta que os defensores da ação do Ministério Público Federal têm uma interpretação parcial da laicidade do Estado, passando a querer eliminar todo e qualquer símbolo, e por consequência, toda manifestação de religiosidade. “Isso sim é que é intolerância”, pontua.
“Quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo por (segundo minha linha religiosa) haver ali um ídolo, mas compreendo que em um país com maioria e história católica aquela imagem é natural”.
O juiz federal afirma que a imagem de Jesus Cristo na cruz até remete a uma conduta ética dos magistrados. “O crucifixo nas cortes, independentemente de haver uma religião que surgiu do crucificado, é uma salutar advertência sobre a responsabilidade dos tribunais, sobre os erros judiciários e sobre os riscos de os magistrados atenderem aos poderosos mais do que à Justiça”.
No final do artigo, o juiz recorda sua posição evangélica, ao mesmo tempo em que reconhece o papel fundamental do catolicismo na história do Brasil.
“Eu, protestante e empedernidamente avesso às imagens esculpidas, as verei nas repartições públicas e saudarei aos católicos, que começaram tudo, à liberdade de culto e de religião, à formação histórica desse país e, mais que tudo, ao fato de viver num Estado laico, onde não sou obrigado a me curvar às imagens, mas jamais seria honesto (ou laico, ou cristão, ou jurídico) me incomodar com o fato de elas estarem ali”.
HOJE AS IMAGENS(TESTEMUNHOS DE QUEM DEU VIDA POR CRISTO,ESSE É O VERDADEIRA SENTIDO DAS IMAGENS CONFORME ENSINA A IGREJA),AMANHÃ A PALAVRA,DEPOIS OS QUE ACREDITAM E ASSIM VAI…
PENSE NISSO!!!!!!!